Minha mãe está esquecendo muito será Alzheimer ou só idade?

Entenda o que é normal no envelhecimento e quando é hora de procurar ajuda médica.

“Minha mãe anda esquecendo nomes, repete as mesmas histórias e até deixou o gás ligado… Será que isso é normal da idade ou é Alzheimer?”

Se você já fez essa pergunta, saiba que não está sozinho. Muitas famílias passam por esse momento de dúvida e preocupação ao perceber mudanças sutis nos hábitos e na memória de um ente querido.

Aqui você vai entender: o que é esquecimento normal com o passar dos anos; quando o alerta deve acender; como o geriatra pode ajudar.

O que é um esquecimento esperado?
Com o envelhecimento, o cérebro também passa por mudanças, assim como o resto do corpo. Isso pode causar lapsos leves de memória, mas que não afetam a autonomia da pessoa.
Exemplos comuns:

  • Esquecer nomes momentaneamente, mas lembrar depois;
  • levar mais tempo para aprender algo novo;
  • perder as chaves de vez em quando;
  • ter lapsos leves com datas ou compromissos, sem se desorientar.


Esses esquecimentos não pioram com rapidez e não comprometem o dia a dia.
Quando o esquecimento vira sinal de alerta?

Quando a pessoa: Repete a mesma pergunta várias vezes no dia; esquece como chegar em lugares que sempre frequentou; troca palavras simples por termos sem sentido; apresenta confusão com datas ou horários; fica mais irritada ou desmotivada sem explicação; esquece de tomar remédios ou cuidar da higiene…
Esses são sinais podem indicar comprometimento cognitivo leve ou doença de Alzheimer.

Quando procurar um geriatra? Quanto antes, melhor. O diagnóstico precoce faz toda a diferença para retardar a evolução da doença e garantir qualidade de vida. O geriatra pode avaliar a memória e funções cognitivas com testes específicos; investigar causas reversíveis de confusão mental (como infecções, medicamentos ou desnutrição); diferenciar entre envelhecimento saudável, Alzheimer e outras demências.

O papel da família: observar, acolher e agir. Ignorar os sintomas ou esperar “piorar para ver no que dá” só atrasa o tratamento e aumenta o sofrimento do idoso e da família.
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